Dança
sex 21h00 | 70 min. | m/ 6 anoslocal Sala de Espetáculospreço A: 10€ (plateia e camarotes) / 7,50€ (frisas frontais) / 5€ (frisas laterais) // descontos aplicáveis
Espetáculo acessível com Audiodescrição (AD)
Será a beleza uma mera distração do que realmente importa? Poderá a feiura conduzir-nos à verdadeira perceção do sublime? Estas são algumas das perguntas que Sónia Baptista levanta na sua nova criação, "WOW", que aborda conceitos como o belo, o feio e o sublime, mas também a de repulsa e o nojo.
Na Grécia antiga, o belo e o bom eram considerados conceitos inseparáveis. A contemplação da beleza era suposto produzir não só maravilhamento e deleite, como também aproximar o espectador de um desejo de justiça e um anseio por ideais superiores. Mas, ao longo dos tempos, o culto da beleza tem tido também os seus detratores. Mais do que a beleza, é a feiura que nos leva a transcender a aparência da matéria e que abre a nossa mente para a verdadeira e assombrosa perceção do sublime. Como se tratasse de um choque transcendente, uma criação da mente em que o terror e o prazer se confundem.
Feitas as contas, damos um ar da nossa graça porque é bela, para os outros, a nossa desgraça.
Quem o feio ama...
> Folha de sala
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Será a beleza uma mera distração do que realmente importa? Poderá a feiura conduzir-nos à verdadeira perceção do sublime? Estas são algumas das perguntas que Sónia Baptista levanta na sua nova criação, "WOW", que aborda conceitos como o belo, o feio e o sublime, mas também a de repulsa e o nojo.
Na Grécia antiga, o belo e o bom eram considerados conceitos inseparáveis. A contemplação da beleza era suposto produzir não só maravilhamento e deleite, como também aproximar o espectador de um desejo de justiça e um anseio por ideais superiores. Mas, ao longo dos tempos, o culto da beleza tem tido também os seus detratores. Mais do que a beleza, é a feiura que nos leva a transcender a aparência da matéria e que abre a nossa mente para a verdadeira e assombrosa perceção do sublime. Como se tratasse de um choque transcendente, uma criação da mente em que o terror e o prazer se confundem.
Feitas as contas, damos um ar da nossa graça porque é bela, para os outros, a nossa desgraça.
Quem o feio ama...
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Informação adicional
Criação e interpretação Sónia Baptista Cocriação e interpretação Joana Levi, Gaya de Medeiros e Cire Ndiaye Participação especial Inês Gonçalves Desenho de luz Daniel Worm Espaço cénico e adereços Raquel Melgue e Mariana Gomes Música original (a partir de Antonio Vivaldi) Eduardo Raon Desenho de som Rodrigo Gomes Figurinos Lara Torres e Sónia Baptista Vídeo Raquel Melgue Direção de produção Elisabete Fragoso Coaching vocal Rita Carolina Silva Consultor técnico rigging Carlos Campos Fotografia de cena Joana DilãoProdução AADK PORTUGAL Coprodução Culturgest, Teatro Viriato e Citemor Apoio Estúdios EVC, Gaivotas6 e Teatro do Mar (Rigging)Agradecimentos Elisabete Fragoso, Maayan Sophia Weisstub, Gonçalo Barreiros, Maria Filomena Molder, Liliana Coutinho, Cintya Hartman, Julieta Aurora Santos, Paula Garcia, Mark Deputter, Patrícia Portela, Armando Valente, Mariana Ricardo, Ana Pais, Pedro Barreiro, David Cabecinha, Nuno Fonseca e Luta